Jornal “O Quelembe” Org. Evanpar
HOLOCAUSTO MUSICAL NA BAHIA
Evangival Paranhos Manga
A música, certamente, surgiu com a finalidade de nos fazer bem, proporcionar alegria, bem-estar e bons momentos, com suas harmonias, letras decentes e inteligentes, falando de amor, bem sucedido, ou não, do cotidiano, de política, enfim, temas variados, mas sempre trilhando o caminho da decência, da informação e, sobretudo, da cultura e do respeito ao público, é um importantíssimo elemento de identificação, e também um instrumento de dominação bastante significativo e valioso.
Porém, hoje, infelizmente, constitui num dos maiores fatores de indignação e retrocesso na Bahia, e não é simplesmente porque as pessoas não entendem de música, o que vem acontecendo, ou seja, a banalização, a prostituição audiovisual musical, a baixaria que prolifera assustadoramente, e que já se conhece no sentido mais ralé e repugnante da palavra, refiro-me especificamente a música baiana ou a “baianada”, que já ultrapassou os limites da sem – vergonhice e da imoralidade.
Tudo está diretamente relacionada com a falta de vergonha de alguns artistas, (cantores e dançarinas), incompetência dos compositores em produzir coisas boas, e principalmente a falta de formação, de cultura, de educação do chamado “povão”, e por isso, são presas fáceis, vulneráveis á lavagem cerebral que a indústria da música impõe a mídia a fazer.
Já não bastasse – gang do samba, é o tchan, psirico, o troco – entre outras “Banda”leiras, as músicas – na boquinha da garrafa, segure o tchan, rala a xeca, todo enfiado, relaxa na bica – entre outras misérias que tocam por ai, e mais o desrespeito a Deus, mãe, pai, em letras pornográficas, sem conteúdo, sem contar um tal Carlinhos Brown, moleque que fica nú em praça pública e nada acontece a não ser uma multa ridícula de 220 reais.
Além desses vulgares personagens, agora outra máscara cai, e surge Ivete Sangalo, mais uma a protagonizar o holocausto musical na Bahia, sem um mínimo de decência, sem um pingo sequer de escrúpulo de moralidade, primeiro apresenta seus músicos como “fodas”, este foi o termo adotado, depois a querer comer o lobo mau, - vou te comer, vou te comer, vou te comer - com seus gestos obscenos, imorais, na mais deslavada falta de compostura – talvez até pior que a professora – ajudando a difundir ainda mais a promiscuidade da música baiana.
È revoltante chegar em casa ligar o televisor e deparar com este tipo de gente que não se respeita! Baixaria só se vê na Bahia.
Esses “artistas” baianos, os imorais, são verdadeiras obras do demônio com a missão de prostituir as pessoas de mentalidade vã.
03.02.2010
Nenhum comentário:
Postar um comentário